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    Escrita científica

    Eu li hoje um post simplesmente excelente sobre caminhos para escrever um artigo científico. Os exemplos que o autor usa são todos ligados a paleontologia, mas podemos facilmente trocar os temas e pensar nos nossos. De quebra a leitura está bem direta, com um inglês extremamente bom.

    Em síntese o autor afirma que há três caminhos básicos para escrever um artigo. No primeiro você junta tudo em um canto só, uma pasta ou algo do gênero, sem pensar no que quer falar exatamente. Depois é que vai tentar sintetizar o texto, juntando os pedaços em um todo coerente, que é o nó da questão, em especial quando se leva em consideração que o texto deve ser sintético, coerente, bem escrito e de leitura agradável. Ele frisa muito bem que o fato que inicialmente juntou tudo em um pacote só não quer dizer que tenha de sair um artigo só do pacote.

    O segundo caminho mais diretamente oposto a este é simplesmente, lógico que depois da coleta e análise dos dados, criar um arquivo novo e sair escrevendo solto, sem pensar em referências, tabelas e figuras. Depois que o arcabouço do texto estiver feito, volta e preenche os buracos.

    O terceiro caminho exige que você já tenha material escrito antes (ele usa um exemplo pessoal com postagens de blogs, mas acho que poderia ser também com resumos de congresso, que você junta em um todo coerente. Esta opção é mais ou menos um híbrido dos outros dois, já que você coleta os pedaços como no primeiro, mas desta vez os pedaços já são mais coerentes.

    Outro ponto que ele discute muito bem é que um artigo tem de contar uma estória, que pode ser estruturado de vários jeitos diferentes, mesmo com as limitações inerentes ao formato de um artigo científico.

    Vale a pena dedicarem um tempinho para ler o artigo, na minha opinião.

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