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    Mais um pout-pourri ou balaio de gatos no bom português :)

    Desta vez vou discutir mais um conjunto de posts com pelo menos uma ligação muito tênue entre eles, que é discutirem, pelo menos por tabela, a escrita científica.

    O primeiro é um que aparentemente não tem nada a ver com a escrita científica, já que é uma matéria discutindo problemas com textos da Comunidade Européia. O mais interessante é que vários dos problemas de legibilidade que os autores mencionam são exatamente iguais aos nossos. Pela minha comparação com o que eles descrevem, vêm da falta de familiaridade do escritor inicial com o inglês e de hábitos de escrita de legalês…. Que são dois problemas essencialmente iguais com a tradução de um artigo do português para o inglês, em particular quando quem faz o primeiro rascunho insiste em não usar o ponto a intervalos decentes…

    Já o segundo post é de um blog que de vez em quando eu cito, o de paleontologia… neste caso, é mais um da sequência sobre palestras, e discute muito bem como evitar que o cansaço mental de quem está vendo um bocado de palestras uma depois da outra afete muito a compreensão de sua palestra. Novamente é uma situação comparável com o mundo de artigos que existem em cada um de nossos campos de conhecimento… já a solução que eles oferecem é se concentrar e não inventar muito, mantendo a coisa mais simples possível. No nosso caso, um ponto importante seria simplificar o texto, tanto quanto possível. Além disto, não ficar trocando de palavra para dizer a mesma coisa, só porque sua professora de português do ensino médio dizia que era feio ficar repetindo. Ela estava certa, mas se você fica trocando o nome do tratamento só para não dizer do mesmo jeito toda vez o pobre do leitor fica doidinho da silva…

    Continuando com o mesmo blog, este outro post discute a relação entre editoras comerciais e autores, e um ponto que ele levanta muito interessante é que podemos conseguir citações de fora de nossa área direta do conhecimento se conseguirmos enfocar aspectos interdisciplinares de forma muito clara, o que torna a escrita clara ainda mais importante, porque o jargão de nossa área deixa de ser útil, e na realidade passa a atrapalhar. Um outro ponto é que ele “levanta o astral” de duas revistas polonesas que têm uma estrutura muito semelhante com a típica de nossas revistas científicas, com baixo ou nulo custo de publicação, e distribuição também 0800. Um ponto importante é que são em inglês, o que pode ser um mercado para nossas revistas científicas, quando pararmos de insistir que podemos ser pesquisadores de nível mundial sem o domínio do inglês escrito.

    Já este outro material reapresenta as sugestões mais comuns para apresentar um painel/pôster, e pode ser útil para quem está fazendo isto pela primeira vez agora para o JEPEX, por exemplo.

    Finalmente, este outro artigo discute como avaliar se o pesquisador realmente sabe do que está falando e uma sugestão muito boa é que podemos checar se as referências realmente dizem o que ele disse que dizem. Por sua vez, devemos levar isto em consideração com muito cuidado quando estamos escrevendo, para não reduzir nossa credibilidade enquanto autores. Outro ponto que ele levanta é que depois de desconfiarmos de um autor em um trabalho é natural e correto que confiemos menos nele em trabalhos seguintes, e isto torna mais importante ainda garantir que não perdemos a confiança do nosso leitor para início de conversa.

    este aqui (já perdi a conta para ser honesto) não tem nada a ver com a escrita, mas está tão bom para aquele velho ponto da relação causa × efeito que eu simplesmente não podia deixar passar sem chamar a atenção de vocês. Por sinal, vejam este gráfico em particular…

    E só para não perder o hábito de ficar trocando de assunto, esta matéria da Nature sobre perda de fósforo está simplesmente maravilhosa, e vale a pena ler. O ponto central é o que pode ser feito para evitar que no futuro próximo (há números falando em 2050) fiquemos sem P para adubar nossas culturas…

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